Como fica o corpo depois do Unogwaja?

Enquanto estávamos pedalando os quase 1.700km - incluindo uma altimetria acumulada equivalente a quase 3 Everests - e correndo os 90km da Comrades, o corpo só pensava em engolir distâncias custasse o que custasse. Nossas noites na África eram feitas de descanso, de massagens, de preparações físicas e mentais para o dia seguinte. E era... Continue lendo →

Unogwaja, dia 11: a Comrades

No início, achei que tudo estivesse em perfeita ordem: não havia dores aparentes, a motivação estava alta e a energia durante o Shosholoza ficou em nível máximo. Mas aí... já nos primeiros quilômetros, duendes invisíveis subiram pelas minhas coxas e começaram a esfaquear cada pedaço delas - principalmente na parte de trás. Depois, os quadríceps... Continue lendo →

Unogwaja, dia 10

Foi o dia da oficialização da chegada. O dia curto, de apenas 37, 38km. Um espirro para quem já se habituou a uma média de 180 por dia. O dia de acordar mais tarde e com céu claro: largamos apenas às 8:45, já sob o bem-vindo calor dessas partes da África. O dia de reviver... Continue lendo →

Unogwaja, dia 9

Se me perguntassem qual a parte do Unogwaja achei mais perigosa, eu responderia duas: uma descida tão íngreme quanto longa e rudimentar no dia 5 (onde inclusive houve o único acidente com um Unogwaja até hoje, em 2015), e toda a metade de hoje. Desde antes do sol nascer, saímos de Kokstad espremidos por caminhões... Continue lendo →

Unogwaja, dia 8

O dia 8 é considerado o mais difícil de todos. Faz sentido: são 182km com um ganho altimétrico de mais de 3.300m - um monstro sem paralelos nesta jornada. Para mim, no entanto, o dia já começou com ares de alívio: o estado febril ficou no passado e o pedal na manhã incluiu cruzar pequenos... Continue lendo →

Unogwaja, dia 7

Acordei melhor. Não diria que 100%, mas o suficiente para largar para o pedal do dia. Por sorte, a temperatura esquentou, o que certamente ajudou bastante na "sobrevivência". Agora, na medida em que vamos nos aproximando da província de kwa-Zulu Natal, duas coisas passam a ser comuns: montanha e calor. Feliz pelo segundo, nem tanto... Continue lendo →

Unogwaja, dia 6

Por milagre, mesmo depois de ter passado o dia anterior vomitando e terminado no hospital, David Tay, de Singapura, voltou. Pedalou desde o início e terminou inteiro, forte, completando 171km com subidas bem duras. 171km: mais que os 162 planejados para o dia porque, como estávamos bem, decidimos comer mais alguma distância para deixar o... Continue lendo →

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