O (incrível) efeito do treino regenerativo

No último sábado, rodei um total de quase 29km sob o calor escaldante que tem feito no sudeste (chegando a 35 graus e sem uma única nuvem no céu). Não dá para dizer que cheguei acabado – mas o cansaço era claro, reforçado ainda por uma gripe que se intensificou após o esforço.

No dia seguinte, acordei ainda com os músculos meio “duros”, como que pedindo para descansar. Mas, enfim, tinha uns 12 ou 13K para rodar e não queria deixar para trás.

Às 6:30 estava já na rua, aproveitando os primeiros raios de sol do domingo. Nos primeiros 2Kms, as pernas pareiam não querer obedecer… mas, de repente, parecia que os músculos tinham se “soltado”. Dor? Desapareceu por completo. Havia uma lembrança do longão do dia anterior, mas nem de longe algo que me pedisse para parar. Ao contrário, sair no comecinho do domingo, sem hora para voltar, deu inclusive uma tranquilidade zen à corrida.

Sempre li que regenerativos devem durar de 40 minutos a 1 hora, mas também sempre desconfiei desses dogmas que desconsideram as individualidades. É claro que, se repetisse os 29Kms no domingo, dificilmente poderia chamar o treino de regenerativo – mas qualquer coisa que fique em torno de metade do dia anterior gera um efeito rejuvenescedor para mim.

_regenerativo

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