38 graus na Maratona? Hora de planejar um improviso!

Parece meio ridículo, mas tem uma parte de mim que está amando esse pico de temperatura na maratona de amanhã (São Paulo), quando os termômetros deverão bater os 38 graus.

Em tese, isso é péssimo para a minha “meta a”, de um sub-3:40, que requer pace de 5’11″/km.

Mas é também um desafio a mais, uma experiência diferente que tira um pouco do tédio de tanto tempo tendo como vista a Marginal Pinheiros.

Permite se usar mais concentração e força de vontade, mais planejamento e, claro, mais autoconhecimento.

Ou, dito de forma diferente, o calor permitirá que um elemento mais desconhecido, mais imprevisível, se junte à prova. Isso a aproximará mais de uma corrida de trilha que, claro, tem incontroláveis fatores externos ditando resultados.

Demandará mais sorte e autoconhecimento suficiente para um improvisos que certamente se farão necessários.

Não tenho ideia de como será correr uma maratona sob 38 graus – mas estou ansioso para descobrir.

E, de cara, já alterarei meu plano original.

Sairei bem mais conservador, buscando um pace de 5’30″/km. Se, no meio da prova, tudo estiver bem, acelero um pouco até a casa dos 5’10″/km; caso contrário, diminuirei para 5’40″/km.

Tudo isso, claro, como meta primária. Dependendo do calor e das minhas condições, tudo poderá mudar.

E é isso que está me deixando mais empolgado.

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