Unogwaja, dia 5

O dia já começou mal humorado: David, de Singapura, havia deixado tanta alma nos dias anteriores que sua imunidade despencou e ele pegou todo tipo de doença. Terminou o dia no hospital de Cradock – mas já se recupera bem.

Já nas primeiras horas, a altimetria quebrou a segunda Unogwaja, Liana, que foi para o carro de apoio e voltou apenas tempos depois.

A altimetria.

Os primeiros 60km foram absolutamente devastadores. Uma das montanhas que subimos, por exemplo, nos deu vento forte contra e uma inclinação insana por quilômetros – tudo sob uma temperatura de 1 grau. 1 grau.

Depois veio a descida igualmente insana, por um asfalto enrugado, estressado, complicado.

Mas descemos.

E aguentamos heroicamente por mais 100km, enfrentando ainda mais algumas belas subidas que massacraram coxas, costas, tudo.

E chegamos.

O dia 5 foi, sem dúvidas, o mais difícil até aqui.

Mas teve um ponto altíssimo: quando chegamos no abrigo Vukusebenze, onde passamos a noite, recebemos mensagens em vídeo de todas as famílias. Inesquecível e essencial para bombar a motivação.

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