Entre heróis gigantes

Ontem, André Costa, meu parceiro no Unogwaja do ano passado, concluiu a UB515 – um ultratriathlon que inclui 10km de natação, 421km de bike e 84km de corrida ao longo de três dias.

Na outra ponta do país, em Floripa, praticamente um exército de colegas da BR Esportes fechou o Ironman 70.3 com direito a pódiuns e suados sorrisos.

No meio de Minas, em Uberlândia, outro exército de amigos girou os clássicos 42km em busca de índice ou aquecimento para a Comrades.

Enquanto isso, Alessandra Trevisan e outros tantos amigos comradeiros rodaram treinos de 50, 60, 70km no preparo para a rainha das ultras, no começo de junho.

Foi um final de semana com tanta endorfina de atletas amadores que até o feito de Eliud Kipchoge, que fechou a Maratona de Londres em pouco mais de 2h02min, quase desapareceu por trás da cortina de suores coletivos.

Os gregos antigos inventaram o conceito de Olimpíadas como forma de pessoas comuns honrarem Zeus ao mostrar para Ele os grandes feitos que os mortais conseguiam fazer com seus corpos e mentes. Milênios depois, não há um único final de semana em que hordas de atletas amadores não se provem ao Olimpo de maneira muito, muito mais intensa que qualquer ateniense ou espartano.

É uma honra indescritível caminhar (e correr e pedalar e nadar) ao lado desses heróis tão gigantes.

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