Everesting: teste de percurso

Eu já havia, claro, feito o Epic KOM Reverse – percurso escolhido para o Everesting – algumas vezes no passado. Mas uma coisa é pedalar a montanha como parte de uma rota qualquer; outra totalmente diferente é estudá-la com o devido cuidado quando se programa passar algo entre 12 e 16 horas pedalando suas estradas.

E, assim, tirei um tempo específico para fazer a rota inteira pelo menos três vezes seguidas. Sim, sei que três é muito, muito diferente de 20 – mas meu intuito era conhecer bem o percurso e me sentir minimamente à vontade, confortável com ele.

E, assim, saí.

Como chegar até o Epic KOM Reverse?

Quem conhece o Zwift sabe que nem sempre é tão simples chegar no ponto em que se deseja de um determinado percurso. Com centenas de quilômetros virtuais mapeados no game, não dá para começar de qualquer lugar e pedalar até a base da montanha desejada. Não: antes, é necessário escolher o caminho mais curto até ela a partir de uma das rotas fixas do sistema.

E há uma perfeita para isso: a Mountain 8, que inicia há apenas 5km da base da Epic KOM Reverse.

Depois disso basta abandonar a rota oficial e ficar indo e vindo pela montanha (tomando o cuidado para não pegar a subida da Torre da Antena, também “proibida” para rolos non-direct por conta do grau de inclinação.

O teste

E, com isso, segui meu rumo.

Fui, voltei, fui, voltei, fui, voltei. A plano era emular o esforço que deve ser despendido na tentativa real: leve o suficiente para que eu não quebre antes de fazer os 250km, mas firme o suficiente para que consiga passar o mínimo possível de tempo na bike.

Perfil altimétrico do treino (com um pequeno erro de percurso na primeira escalada)

No total, passei 2h38min pedalando 44,3km e subindo 1.376m. Com a média de potência em 119 watts (baixa para meu FTP, de 220 watts), terminei extremamente inteiro e apenas com uma leve dor muscular. Do ponto de vista do teste, sucesso: não esperava nada melhor.

Mas, claro, ainda é cedo paras comemorar: uma coisa é fazer 3 vezes a montanha é totalmente diferente de fazê-la 20 vezes. Além disso, se ficasse o tempo inteiro na bike, ininterruptamente – o que sei que não vai acontecer – esse teste me daria o tempo de mais de 14 horas.

Com alguma margem e considerando as pausas, imagino que o tempo real fique na casa das 17 horas.

Agora é seguir os preparativos para isso e calcular comida, bebida e montar uma espécie de plano que considere os momentos de descanso.

Os dados completos do teste seguem abaixo:

Distribuição de potência (em watts) por zona
Distribuição de batimentos cardíacos por zona
Mínimas, máximas e médias por trecho

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: