As surpresas do Acaso

O Acaso, às vezes, nos traz surpresas incríveis. Ontem apareceu uma reunião para mim em Santos, litoral paulista. Era no meio da tarde e em dia de rodízio - a combinação mais fora de mão possível. Mas vim. O resultado? A reunião em si transcorreu em meia hora - e isso, combinado com o tempo... Continue lendo →

A origem da lenda das meias vermelhas

Adelboden, Suiça, 14 de junho de 1944 Enquanto Sidney Feinson admirava um horizonte diferente, salpicado de picos nevados, uma única lágrima silenciosa, quase feliz, escorria de seu olhar. Havia vivido vidas inteiras nos últimos anos até aquele abençoado momento, em que sentia a intensa liberdade praticamente pela primeira vez. Quase dois anos antes, em 22... Continue lendo →

Pedalar, pedalar, pedalar

Com o fim da Maratona de Sorocaba e o qualify assegurado, o treinamento inteiro mudou de ritmo. Agora, pelo menos por algum tempo, a ordem é "pedalar, pedalar, pedalar". Se, antes, ficava sobre a bike quatro vezes por semana, agora são cinco. Agora são segundas, terças, quartas, quintas e sábados inteiramente destinados a me acostumar... Continue lendo →

Daquelas pequeninas bênçãos maravilhosas

Acordar às 4:15 da manhã pode ser cansativo. Pedalar por horas a fio dando tiros em ladeiras e produzindo ácidos que parecem esfaquear as coxas pode ser doloroso. Desviar de carros mal humorados que cismam em se achar invisíveis pode ser irritante. Acumular quilometragens insanas por semanas seguidas pode ser até hipnótico. Mas nada, nem... Continue lendo →

As meias vermelhas chegaram

Quem acompanha a história dos Unogwaja sabe que meias vermelhas são parte integrante do movimento.  A história em si, que eventualmente contarei, remonta a prisioneiros de guerra que juraram que, se sobrevivessem aos campos de concentração, usariam meias vermelhas para se lembrarem uns dos outros para todo o sempre. A II Guerra acabou, meias foram... Continue lendo →

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