Na pele

Há capítulos em nossas vidas que, de tão intensos, precisam ser marcados na pele. Agora é virar a página e começar alguma nova história.

Reencontrar o ritmo

A parte mais difícil de voltar aos treinos depois de terminar alguma prova grande qualquer, daquelas que demandam meses e meses de preparação, é justamente reencontrar o ritmo. O corpo, cansado de ficar cansado, lança seu peso sobre as pálpebras, as coxas e as origens ocultas da energia. As planilhas, ainda tímidas, parecem não entender... Continue lendo →

Olhando para os lados

Minhas próximas metas já foram definidas: BR135 em janeiro, MIUT em abril, Comrades em junho. De quebra, me inscrevi ontem nos 75km da Bertioga-Maresias em outubro desse ano. E sim, ainda tem alguma maratona qualquer, daqui até abril, qune será meu qualify na Comrades. Mas, ainda assim, exceto talvez pela MIUT, ainda sinto falta de... Continue lendo →

E agora? (Parte 2)

Feitas todas as considerações sobre o que vem depois do Unogwaja do ponto de vista... digamos... "interno" (veja aqui), resta ainda responder sobre o futuro. O que vem depois de uma aventura como essa? Pois bem: três ou quatro respostas apareceram. 1) BR135+: Já fiz a BR em dupla, mas agora a meta é fazer... Continue lendo →

E agora?

A Comrades foi no dia 10 de junho. Estamos no dia 29. 19 dias já se passaram desde que esse desafio tão colossal foi vencido com direito a toda dramaticidade que naturalmente envolve a travessia de um país inteiro em tão pouco tempo. E, depois desses 19 dias, uma pergunta começou a ecoar aqui dentro: e... Continue lendo →

Como fica o corpo depois do Unogwaja?

Enquanto estávamos pedalando os quase 1.700km - incluindo uma altimetria acumulada equivalente a quase 3 Everests - e correndo os 90km da Comrades, o corpo só pensava em engolir distâncias custasse o que custasse. Nossas noites na África eram feitas de descanso, de massagens, de preparações físicas e mentais para o dia seguinte. E era... Continue lendo →

Unogwaja, dia 11: a Comrades

No início, achei que tudo estivesse em perfeita ordem: não havia dores aparentes, a motivação estava alta e a energia durante o Shosholoza ficou em nível máximo. Mas aí... já nos primeiros quilômetros, duendes invisíveis subiram pelas minhas coxas e começaram a esfaquear cada pedaço delas - principalmente na parte de trás. Depois, os quadríceps... Continue lendo →

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