Daquelas pequeninas bênçãos maravilhosas

Acordar às 4:15 da manhã pode ser cansativo. Pedalar por horas a fio dando tiros em ladeiras e produzindo ácidos que parecem esfaquear as coxas pode ser doloroso. Desviar de carros mal humorados que cismam em se achar invisíveis pode ser irritante. Acumular quilometragens insanas por semanas seguidas pode ser até hipnótico. Mas nada, nem... Continuar Lendo →

Quatro e meia da manhã

Hora de sair de casa, como em toda terça e quinta. Hora de embalar a bike no carro. De cruzar a madrugada paulistana até a USP. De deixar o sono na rua e trocá-lo por uns 35km em torno da cidade universitária. De trocar sono por suor. Esse negócio de treinar para o Unogwaja, que... Continuar Lendo →

Enganado pelas pálpebras

Como de costume, às quintas, acordei com tudo escuro. Houve um bônus desta vez: o despertador nem precisou soar. Esfreguei os olhos, que indecidiam entre o descansado e o sonolento, mas acabei me levantando. Fui ao banheiro, escovei os dentes, passei uma água no rosto. Vesti o bretele e a camisa.  Saí do quarto com... Continuar Lendo →

A preguiça maratonista

Quando treinava para qualquer ultra - Two Oceans, Comrades ou a DUT - tinha um regime de horário extremamente rígido: tempo na rua, afinal, era uma das ferramentas de treino mais importantes. Me habituei a levantar às 5:00, a sair com tudo ainda escuro, a ver o sol nascer do parque. Cheguei a um ponto... Continuar Lendo →

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