Começando dias melhores que os outros

Clack. Clack. Swoosh, swoosh, swoosh. Na penumbra que ainda persiste nas ruas da Cidade Universitária às 5 da manhã, o silêncio é quebrado apenas por sapatilhas clipando em pedais e o pretume da noite, por figuras bailando sobre duas rodas. O mais bonito do ciclismo não é o esporte em si, provavelmente o mais duro... Continuar Lendo →

Até eu estou surpreso, mas…

Por mais que não tenha sentindo nenhuma falta de acordar às 4:20 da manhã para chegar a tempo à USP... Por mais que não tenha sentindo nenhuma falta de passar toda manhã de todo sábado perdido por Romeiros ou pelo Riacho Grande... Por mais que não tenha sentindo nenhuma falta de gastar os tubos com... Continuar Lendo →

Passa a bike!

O dia até começou calmo, silencioso, prometendo uma pedalada suave. Não durou muito tempo. Na verdade, durou exatos 17 minutos e 57 segundos: o tempo que consegui pedalar na USP nesta segunda-feita de tempo ameno, céu sem nuvens e ruas totalmente abertas. De repente, logo depois da rotatória no topo do morro que dá acesso... Continuar Lendo →

Daquelas pequeninas bênçãos maravilhosas

Acordar às 4:15 da manhã pode ser cansativo. Pedalar por horas a fio dando tiros em ladeiras e produzindo ácidos que parecem esfaquear as coxas pode ser doloroso. Desviar de carros mal humorados que cismam em se achar invisíveis pode ser irritante. Acumular quilometragens insanas por semanas seguidas pode ser até hipnótico. Mas nada, nem... Continuar Lendo →

Zzzzzz….

Há dias em que a gente simplesmente não consegue ignorar o corpo. A previsão de ontem era para chuva nessa madrugada. Dormi cansado, moído, com dores por músculos que eu sequer sabia que tinha. Mas acordei pontualmente às 4:15 da manhã, pronto para ir à USP e rodar a uma hora que eu tinha previsto... Continuar Lendo →

Eu até tentei

Acordei cedo, ignorei as nuvens espessas, cheguei a tempo na USP. Mas aí, enquanto eu aquecia... Chuva torrencial! Raios! Relâmpagos! Queda de luz! Parece que o mundo inteiro entrou em convulsão! Bom... hora de encerrar e voltar para casa. Para os lençóis. Ainda são, afinal, 5:29 da manhã!

Bliss

Ver o sol nascer, pedalando na USP, sentindo a brisa soprar aquele cheiro de promessa de calor no rosto, é algo impagável. Não há como o dia ficar ruim depois disso.

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