Quatro e meia da manhã

Hora de sair de casa, como em toda terça e quinta. Hora de embalar a bike no carro. De cruzar a madrugada paulistana até a USP. De deixar o sono na rua e trocá-lo por uns 35km em torno da cidade universitária. De trocar sono por suor. Esse negócio de treinar para o Unogwaja, que... Continuar Lendo →

Enganado pelas pálpebras

Como de costume, às quintas, acordei com tudo escuro. Houve um bônus desta vez: o despertador nem precisou soar. Esfreguei os olhos, que indecidiam entre o descansado e o sonolento, mas acabei me levantando. Fui ao banheiro, escovei os dentes, passei uma água no rosto. Vesti o bretele e a camisa.  Saí do quarto com... Continuar Lendo →

A melhor coisa

Definitivamente: a melhor parte de todo esse negócio de ciclismo é que, como preciso madrugar para pedalar na USP pelo menos três vezes por semana, sou forçado a testemunhar o sol nascer, pintando o céu de vermelho e azul, enquanto é atravessado por fluxos infinitos de flechas em forma de bikes. Não há melhor forma... Continuar Lendo →

No primeiro sábado da montaria

No sábado passado, na USP, encarando meu primeiro treino longuinho de bike às vistas do meu novo treinador, o Diego, da Trilopez, e sob uma garoa fina ansiosa para se apresentar para mim. Chuva no asfalto se mistura a óleo, vira gelo quente. No escuro, ainda, tanto pior, que não se diferencia nem gente de... Continuar Lendo →

O primeiro treino

Quinta-feira, 3 de agosto, 4:30 AM. Treinar ciclismo em uma cidade como São Paulo é diferente de treinar corrida. Na corrida, basta colocar um tênis e começar a partir da porta de casa. No ciclismo, as preocupações são outras: o trânsito tem um peso maior, o equipamento exige asfaltos quase utopicamente lisos, o risco de... Continuar Lendo →

Enganando o corpo

O plano era simples, até modesto: correr até a USP, dar uma voltinha por lá e retornar, somando 23 ou 24km levíssimos entre amigos. Era.  Bom... como diminui bastante o volume essa semana para me recuperar da Maratona de SP, aconteceu aquele efeito infalível da fase de polimento/ tapering: dores fantasmas por todo o corpo.... Continuar Lendo →

Correndo para fora dos curcuitos habituais

Eu (obviamente) gosto dos longões. Aliás, é praticamente impossível algum corredor de ultras não gostar de passar horas e mais horas nas ruas, correndo entre quilômetros de pensamentos. Só que é também quase impossível achar um corredor de ultras que não curta mudar de paisagens, explorar novos horizontes e voar por trilhas desconhecidas. A questão é:... Continuar Lendo →

Condicionamento de corpo e mente

Já escrevi sobre isso antes e repito agora: a capacidade de regeneração do corpo é algo impressionante. Basta treinar e ele se condiciona a tudo. Esse ano tive já duas ultras em provas, mais ou menos 4 ou 5 durante treinos, somadas a algumas maratonas e a meses que empilharam milhares de quilômetros corridos. Lesão?... Continuar Lendo →

Ultra longão feito!

Saí hoje às 6:30 da manhã com uma das mais difíceis missões do treinamento para Comrades: rodar entre 50 e 60km em um período de 6 horas, compondo assim o maior longão de todo o período. Para complicar um pouco, estava ainda em processo de recuperação de uma gripe bem chata, incluindo algumas dores no... Continuar Lendo →

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